Meros titãs que invadem meu coração, ardente na chama da guerra e sereno nos tempos de paz.Tenho medo dos meus devaneios,devaneios estes que me levam a meus titãs e titãs que me levam ao fervor, a ira, a raiva que assola meu corpo e destrói aquilo que chamo de razão.
Levantem-se titãs que abrigam meu peito, lutem por aquilo que nunca existiu!O controle caros amigos para meus titãs vou deixar e a lucidez restante em minha pessoa em uma cruz de madeira pregar.A culpa são de meus devaneios, devaneios de verão que fazem minha mente escutar as ondas do mar...Escutar você e lembrar que entre meus titãs existia um coração.
19 de abril de 2010
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