15 de novembro de 2010

O mar revolto

Armadilhas do destino, tentam me destruir ou simplesmente me ferir, me ferir para me mostrar que não sou imortal e me lembrar que sou um simples artesão que nunca mais trabalhou desde que aquela porta alguém fechou.As almas do destino e o medo da criança lhe afetam, me afetam mas nunca nós afeterá pois nós nunca existimos!Uma farsa tudo sempre foi isso, seus olhares são belos e ao mesmo tempo traiçoeiros que adoram me colocar como um ser mortal que a qualquer momento pode morrer no meio do bravo oceano que é seu coração.Me lamentar sobre isso tu nunca irá ver, somente um corpo sem vida no meio do teu vasto azul e frio coração; tenho pena de ti mas nunca irei dar minha mão para lhe salvar.

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